O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer nesta segunda-feira terapia gênica para o tratamento de anemia falciforme, tornando o Brasil o primeiro país da América Latina a disponibilizar o tratamento inovador gratuitamente.
O procedimento, que consiste na modificação genética das células-tronco do próprio paciente para corrigir a mutação que causa a doença, tem taxa de cura superior a 90% nos estudos clínicos realizados.
Inicialmente, o tratamento será oferecido em cinco centros de referência — São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Recife — com capacidade para atender 200 pacientes por ano.
A anemia falciforme afeta cerca de 100 mil brasileiros e é a doença genética mais prevalente no país, com maior incidência na população negra.



