O Pantanal enfrenta sua pior seca em mais de 50 anos de medições, com o nível do Rio Paraguai atingindo marcas históricas negativas em diversas estações de monitoramento.
Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) estimam que a área alagada do bioma está 40% abaixo da média histórica para este período do ano.
As consequências são devastadoras para a fauna: mortandade de peixes, dificuldade de navegação para comunidades ribeirinhas e aumento do risco de incêndios florestais.
O governo federal anunciou um pacote de R$ 200 milhões para ações emergenciais na região, incluindo combate a incêndios e assistência humanitária.
Especialistas em clima alertam que a seca extrema está ligada a mudanças climáticas globais e ao desmatamento na cabeceira dos rios que alimentam o Pantanal.



